Perfil dos beneficiários mostra que Bolsa Família chega à população pobre
21/08/2007 14:53
São 45,8 milhões de pessoas atendidas com a transferência de benefícios, que hoje variam de R$ 18,00 a R$ 112,00
De cada cem famílias beneficiárias do Bolsa Família, 36 têm acesso à rede pública de esgoto e 66 são atendidas pela coleta de lixo. A energia elétrica chega a 76% das residências incluídas no programa de transferência condicionada de renda. As características sócio-econômicas da população de baixa renda estão no Perfil das Famílias Beneficiárias do Programa Bolsa Família, divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome nesta terça-feira (21/8).
A comparação das informações do Cadastro Único para Programas Sociais – base de dados usada pelo Bolsa Família – com as das famílias mais pobres do Brasil, identificadas pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), demonstra o acerto da transferência de renda para quem atende ao critério do programa (R$ 120,00 per capita/mês). A primeira parte do documento de 76 páginas apresenta esse cruzamento, que indica uma convergência nos resultados dos dois levantamentos. Nas páginas seguintes, o perfil traça uma comparação com os dados divulgados em 2005 e também aponta a situação sócio-econômica dos beneficiários em 2007.
As condições de vida das famílias são apresentadas por estado e por região. Além de mostrar que o Bolsa Família tem uma boa focalização na população de baixa renda, o levantamento pode servir como base para implementação de políticas públicas destinadas a esse segmento. “O perfil demonstra que o programa está chegando às famílias mais pobres do País, mas também que precisamos integrar o Bolsa Família a outras políticas públicas”, afirmou a secretária nacional de Renda de Cidadania do MDS, Rosani Cunha, durante coletiva.
Quanto à situação educacional, mais de 80% das cerca de 11 milhões de pessoas responsáveis pelo recebimento do benefício estudaram até a 8ª série do Ensino Fundamental, enquanto 16,2% se declararam analfabetas. A maior parte dos beneficiários – 69% - vive em áreas urbanas. Rosani Cunha considera importante haver esforços dos governos federal, estaduais e municipais para melhorar o acesso da população pobre a saneamento básico, a habitação e a escolaridade.
Embora a situação dos beneficiários demonstre precariedade no acesso aos serviços públicos, a comparação do perfil de 2005 com o de 2007 mostra que houve melhora nesse período. O abastecimento de água pela rede pública atinge, atualmente, 64,7% das famílias beneficiadas, contra 61,1% em 2005. O acesso médio aos serviços de escoamento sanitário passou de 33,9% para 36,4 entre as famílias inscritas no programa.
São 45,8 milhões de pessoas atendidas com a transferência de benefícios, que hoje variam de R$ 18,00 a R$ 112,00. O objetivo do Governo Federal ao enviar mais de 819,7 milhões/mês a essas famílias é erradicar a fome, a extrema pobreza e reduzir a desigualdade.
Informações para a imprensa:
Roseli Garcia / Cristiano Bastos
(61) 3433-1106 / 3433-1053
Ascom/MDS
A comparação das informações do Cadastro Único para Programas Sociais – base de dados usada pelo Bolsa Família – com as das famílias mais pobres do Brasil, identificadas pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), demonstra o acerto da transferência de renda para quem atende ao critério do programa (R$ 120,00 per capita/mês). A primeira parte do documento de 76 páginas apresenta esse cruzamento, que indica uma convergência nos resultados dos dois levantamentos. Nas páginas seguintes, o perfil traça uma comparação com os dados divulgados em 2005 e também aponta a situação sócio-econômica dos beneficiários em 2007.
As condições de vida das famílias são apresentadas por estado e por região. Além de mostrar que o Bolsa Família tem uma boa focalização na população de baixa renda, o levantamento pode servir como base para implementação de políticas públicas destinadas a esse segmento. “O perfil demonstra que o programa está chegando às famílias mais pobres do País, mas também que precisamos integrar o Bolsa Família a outras políticas públicas”, afirmou a secretária nacional de Renda de Cidadania do MDS, Rosani Cunha, durante coletiva.
Quanto à situação educacional, mais de 80% das cerca de 11 milhões de pessoas responsáveis pelo recebimento do benefício estudaram até a 8ª série do Ensino Fundamental, enquanto 16,2% se declararam analfabetas. A maior parte dos beneficiários – 69% - vive em áreas urbanas. Rosani Cunha considera importante haver esforços dos governos federal, estaduais e municipais para melhorar o acesso da população pobre a saneamento básico, a habitação e a escolaridade.
Embora a situação dos beneficiários demonstre precariedade no acesso aos serviços públicos, a comparação do perfil de 2005 com o de 2007 mostra que houve melhora nesse período. O abastecimento de água pela rede pública atinge, atualmente, 64,7% das famílias beneficiadas, contra 61,1% em 2005. O acesso médio aos serviços de escoamento sanitário passou de 33,9% para 36,4 entre as famílias inscritas no programa.
São 45,8 milhões de pessoas atendidas com a transferência de benefícios, que hoje variam de R$ 18,00 a R$ 112,00. O objetivo do Governo Federal ao enviar mais de 819,7 milhões/mês a essas famílias é erradicar a fome, a extrema pobreza e reduzir a desigualdade.
Informações para a imprensa:
Roseli Garcia / Cristiano Bastos
(61) 3433-1106 / 3433-1053
Ascom/MDS






