Governo Federal aprofunda análise sobre alimentação do brasileiro
29/05/2007 10:05
Em janeiro de 2007 foi instituído um Grupo de Trabalho Interministerial que está fazendo o acompanhamento de um projeto inovador: a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (Taco). Com esta tabela, pretende-se analisar e sugerir ações que contribuam para ampliar o conhecimento sobre o que é consumido no País
Alimentação é coisa séria. Na correria do dia-a-dia, em frente às prateleiras do supermercado ou diante do cardápio colorido das redes de lanchonetes que oferecem refeições rápidas, a preocupação do consumidor não pode ser reduzida apenas a saber o que engorda ou não. O conhecimento sobre a composição dos alimentos e sua importância para a qualidade de vida das pessoas é fundamental para garantir alimentação saudável, e isso deve ter espaço garantido na escala de prioridades.
Como o tema da segurança alimentar está na pauta das políticas públicas do Governo Federal, em janeiro de 2007 foi instituído um Grupo de Trabalho Interministerial que está fazendo o acompanhamento de um projeto especial: a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (Taco). Formado por representantes dos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), da Saúde (MS), da Ciência e Tecnologia (MCT), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e instituições de pesquisa, o objetivo do grupo, com esta tabela, é analisar com profundidade o tema e sugerir ações que contribuam para ampliar o conhecimento sobre o que é consumido no País.
Entre as estratégias definidas na última reunião do grupo, realizada no início de abril de 2007, está a ampliação das parcerias com laboratórios públicos que vão ajudar no diagnóstico de nutrientes dos alimentos mais comuns no cardápio do brasileiro. O projeto Taco foi iniciado em 1996 e já tem o resultado da análise da composição química de mais de 400 alimentos. A coordenação do estudo, financiado pelos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e da Saúde, ficou a cargo do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (Nepa), da Universidade de Campinas (Unicamp).
Segundo a coordenadora-geral de Educação Alimentar e Nutricional do MDS, Sabrina Ionata, o conhecimento sobre a composição dos alimentos consumidos no Brasil é fundamental para se alcançar segurança alimentar e nutricional. “Estas análises são importante subsídio técnico para o controle da qualidade dos alimentos, para a avaliação da ingestão de nutrientes de indivíduos e populações, para a educação alimentar e nutricional e também para a promoção da alimentação adequada e saudável, diz. “São muito valiosas como instrumento de formulação para as políticas públicas”.
A partir dos resultados da Taco será possível identificar deficiências nutricionais ou incidência de doenças que necessitem de uma adequação na dieta da população. Além disso, o projeto vai ajudar na regulamentação e fiscalização do setor de alimentos, influenciando até mesmo na escolha do tipo de cultivo agrícola. A tabela também trará vantagens no que se refere à preservação ambiental. Com a inclusão de alimentos típicos - como cupuaçu, caju, jiló, acerola e variedades de banana - será possível ter um panorama da alimentação brasileira muito próximo do real, pois a deficiência de dados sobre estes alimentos dificulta a análise do que é consumido nas diferentes regiões do País.
“A tabela já está sendo inserida em ações da saúde, como materiais de apoio para os profissionais de saúde na promoção da alimentação saudável, e servirá de base para a análise dos alimentos na Pesquisa de Consumo a ser realizada pelo IBGE brevemente”, acrescenta a coordenadora da Política Nacional de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Ana Beatriz Vasconcellos.
O Grupo de Trabalho Interministerial está discutindo a realização de um Acordo de Cooperação Técnica entre os parceiros do projeto, com a inclusão de novos colaboradores governamentais, com o objetivo de oferecer melhores condições ao funcionamento e à continuidade do projeto Taco.
Informações mais detalhadas sobre a Tabela e consulta on-line dos valores nutricionais dos alimentos estão disponíveis nos seguintes endereços eletrônicos: www.mds.gov.br e http://dtr2004.saude.gov.br/nutricao.
Informações para a imprensa:
Kátia Marsicano
(61) 3433 1052
ASCOM / MDS
Como o tema da segurança alimentar está na pauta das políticas públicas do Governo Federal, em janeiro de 2007 foi instituído um Grupo de Trabalho Interministerial que está fazendo o acompanhamento de um projeto especial: a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (Taco). Formado por representantes dos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), da Saúde (MS), da Ciência e Tecnologia (MCT), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e instituições de pesquisa, o objetivo do grupo, com esta tabela, é analisar com profundidade o tema e sugerir ações que contribuam para ampliar o conhecimento sobre o que é consumido no País.
Entre as estratégias definidas na última reunião do grupo, realizada no início de abril de 2007, está a ampliação das parcerias com laboratórios públicos que vão ajudar no diagnóstico de nutrientes dos alimentos mais comuns no cardápio do brasileiro. O projeto Taco foi iniciado em 1996 e já tem o resultado da análise da composição química de mais de 400 alimentos. A coordenação do estudo, financiado pelos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e da Saúde, ficou a cargo do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (Nepa), da Universidade de Campinas (Unicamp).
Segundo a coordenadora-geral de Educação Alimentar e Nutricional do MDS, Sabrina Ionata, o conhecimento sobre a composição dos alimentos consumidos no Brasil é fundamental para se alcançar segurança alimentar e nutricional. “Estas análises são importante subsídio técnico para o controle da qualidade dos alimentos, para a avaliação da ingestão de nutrientes de indivíduos e populações, para a educação alimentar e nutricional e também para a promoção da alimentação adequada e saudável, diz. “São muito valiosas como instrumento de formulação para as políticas públicas”.
A partir dos resultados da Taco será possível identificar deficiências nutricionais ou incidência de doenças que necessitem de uma adequação na dieta da população. Além disso, o projeto vai ajudar na regulamentação e fiscalização do setor de alimentos, influenciando até mesmo na escolha do tipo de cultivo agrícola. A tabela também trará vantagens no que se refere à preservação ambiental. Com a inclusão de alimentos típicos - como cupuaçu, caju, jiló, acerola e variedades de banana - será possível ter um panorama da alimentação brasileira muito próximo do real, pois a deficiência de dados sobre estes alimentos dificulta a análise do que é consumido nas diferentes regiões do País.
“A tabela já está sendo inserida em ações da saúde, como materiais de apoio para os profissionais de saúde na promoção da alimentação saudável, e servirá de base para a análise dos alimentos na Pesquisa de Consumo a ser realizada pelo IBGE brevemente”, acrescenta a coordenadora da Política Nacional de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Ana Beatriz Vasconcellos.
O Grupo de Trabalho Interministerial está discutindo a realização de um Acordo de Cooperação Técnica entre os parceiros do projeto, com a inclusão de novos colaboradores governamentais, com o objetivo de oferecer melhores condições ao funcionamento e à continuidade do projeto Taco.
Informações mais detalhadas sobre a Tabela e consulta on-line dos valores nutricionais dos alimentos estão disponíveis nos seguintes endereços eletrônicos: www.mds.gov.br e http://dtr2004.saude.gov.br/nutricao.
Informações para a imprensa:
Kátia Marsicano
(61) 3433 1052
ASCOM / MDS






